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Candidato ao Governo de Minas nas eleições de outubro de 2022, Alexandre Kalil (PSD) criticou na manhã desta quarta-feira (27/07) o possível adversário Eduardo Costa (Cidadania), primeira opção como vice-governador na chapa liderada por Romeu Zema (Novo), governador mineiro e candidato à reeleição.

Kalil afirmou que Eduardo Costa, então jornalista e estreante na política, já “estava enfiado” no meio político enquanto trabalhava como comunicador.

“Contraponto (ao meu trabalho) não, porque tem que fazer muita coisa, tem que chupar muita laranja no vestiário ainda para fazer isso, tem que construir pelo menos um tijolo. Eu achei que tudo que ele estava falando no ano era verdade, ele achava aquilo mesmo”, iniciou Kalil, em entrevista à Rádio Super 91,7 FM, de BH.

“Achava nada, estava lá enfiado na política querendo ser vice-governador. Para o microfone ele não pode voltar nunca mais, porque ninguém nunca mais vai acreditar no que ele fala. Eu nunca acreditei, mas agora é bom que botou a cara para fora. É um picareta”, complementou.

A intenção de contar com Eduardo Costa – que atuava na Rádio Itatiaia e na Record TV Minas até se licenciar por conta do período eleitoral – para a vice-governança foi anunciada no último sábado (23/7), durante convenção do Novo em BH. Há, contudo, uma questão: para que ele seja candidato, Marcus Pestana (PSDB) precisa desistir da disputa ao Governo de Minas, já que PSDB e Cidadania estão juntos em uma federação partidária.

“Tem que botar cesta básica na mesa”

Kalil, prefeito de BH entre 2017 e março de 2022, reiterou dizendo que Eduardo Costa precisaria fazer algumas ações governistas para ter um trabalho comparado ao dele. O candidato ao Governo de Minas, que terá o deputado estadual André Quintão (PT) como vice como vice, fez referência a ações na capital mineira.

“E de mais a mais, para contrapor a trabalho, tem que botar concreto, tem que botar remédio, tem que botar cesta básica na mesa. Trabalho não é feito de microfone, não. Vocês aqui são todos ótimos, ótimos jornalistas, com muito prestígio, muito conhecidos. Agora, não anda comigo no Izidora, não anda comigo na Vila da Serra, nem no Papagaio não, porque vocês vão tomar um couro. Porque lá tem obra, não tem voz e microfone não”, disse.

Disputa

Além de Zema, Kalil e Pestana, Carlos Viana (PL), Renata Regina (PCB), Lorene Figueiredo (Psol), Vanessa Portugal (PSTU) e Indira Xavier (UP) se colocam na disputa pelo governo mineiro.

As eleições acontecem em 2 de outubro. Caso necessário, o segundo turno ocorrerá no dia 30 do mesmo mês.


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