“Chega de genocídio indígena”. Essa é somente uma das faixas que foram afixadas, na Praça Sete, no Centro de Belo Horizonte, nesta quarta-feira (29). O ato pacífico foi mobilizado por entidades de proteção a cultura indígena de Minas.

Aveni Kanaoká é índia e uma das organizadoras do ato que se trata de um “grito de salvação e respeito”.

“Queremos respeito a nossas crenças e ao nosso espaço. Todo brasileiro tem sangue de índio correndo nas veias. Não podemos nos esconder, nem mesmo aceitar sermos excluídos e massacrados da face da terra”, salientou a índia e ativista.

O ato também lembrou de outras causas, como a importância de dizer não a mineração na Serra do Curral e a violência contra a mulher.