Romeu Zema (Novo) afirmou hoje que “não tem nenhum tipo de privilégio ou mordomia” como governador de Minas Gerais. Na semana passada, ele defendeu um aumento de 298% do próprio salário.

Em discurso hoje, Zema declarou que faz um dos governos “mais austeros” de Minas e que não tem nenhum tipo de privilégio.

A pedido dele, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprecia um projeto de reajuste salarial para o governador, vice-governador e secretários.

Não tenho como governador nenhum privilégio ou mordomia. Somos o governo mais austero que o estado já teve e o que mais está fazendo pelo social.

Na semana passada, Zema afirmou que o projeto de reajuste salarial serve “para atrair e manter os mais competentes nos quadros técnicos”. Se aprovado, o salário do governador passará de R$ 10,5 mil para R$ 41,8 mil em três anos:

R$ 37,5 mil a partir de 1º de abril de 2023
R$ 39,7 mil em 2024
R$ 41,8 mil em 2025.


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