Israel informou nesta quarta-feira (27) ao Tribunal Penal Internacional (TPI) que recorrerá contra as ordens de prisão emitidas contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant, acusados de crimes de guerra e contra a Humanidade na Faixa de Gaza. O governo israelense também solicitou o adiamento da execução dos mandados até uma decisão final sobre o recurso.

Em comunicado, o gabinete de Netanyahu afirmou que Israel “nega a autoridade do Tribunal Penal Internacional em Haia” e considera as ordens “infundadas“, alegando falta de “fundamento factual ou legal”.

Nesta quarta-feira, Netanyahu se reuniu com o senador americano Lindsey Graham, que atualizou o premier sobre os esforços no Congresso dos EUA para pressionar países que cooperam com o TPI. Israel reafirmou sua posição de não reconhecer a jurisdição do tribunal sobre o caso, em meio a tensões crescentes relacionadas ao conflito na Faixa de Gaza.

Foto: Abir Sultan

 


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