Nesta sexta-feira (8), a cervejaria Backer, em Minas Gerais, divulgou que recebeu autorização para voltar a fabricar bebidas.
Com a repercursão da contaminação nas cervejas por dietilenoglicol, a fabrica ficou mais de dois anos proibida de produzir cervejas. Devido a contaminação ficaram 29 pessoas intoxicadas e 10 morreram.
A cervejaria Três Lobos, comunicou através do responsável pela marca Backer, que a reabertura “contou com o acompanhamento das autoridades e órgãos competentes e observou todos os critérios legais e técnicos”. E que “não mede esforços para oferecer apoio às vítimas e suas famílias”.
O Ministério da Agricultura confirmou a autorização e informou que a liberação foi concedida de forma parcial para duas adegas no parque industrial da empresa.
De acordo com a pasta, “a empresa atendeu às exigências feitas para garantir a segurança dos produtos, referentes às condições dos tanques de fermentação e equipamentos que serão utilizados neste retorno. O Mapa esclarece que a empresa atendeu às exigências feitas para garantir a segurança dos produtos, referentes às condições dos tanques de fermentação e equipamentos que serão utilizados neste retorno. A cervejaria ainda substituiu em seu processo o fluido refrigerante por solução hidroalcoólica – solução que contém água e álcool”.
A empresa não detalhou quando retornará às atividades e qual bebida irá comercializar, mas que “a retomada da produção cervejeira será um fator decisivo para ampliar a assistência médica e financeira”.

