O grupo Hamas voltou a acusar Israel de promover um “genocídio à vista do mundo” e cobrou, nesta sexta-feira (28), o fim do bloqueio à Faixa de Gaza. Em nota oficial, o grupo pediu ação imediata da comunidade internacional para pressionar Israel a cessar os ataques e permitir a entrada de ajuda humanitária no território palestino.

No comunicado, o Hamas solicitou que “a comunidade internacional, as nações árabes e islâmicas, e as organizações de direitos humanos atuem com urgência e eficácia para obrigar a ocupação a suspender o cerco e encerrar a agressão brutal”. O grupo também responsabilizou os Estados Unidos por fornecerem apoio político e militar a Israel.

Segundo o Hamas, o governo israelense mantém a Faixa de Gaza completamente cercada há 27 dias, impedindo a entrada de suprimentos básicos. O grupo também acusou Tel Aviv de utilizar “fome e desidratação como armas” e classificou os bombardeios como “massacres brutais”.

O comunicado citou alertas da Agência das Nações Unidas para Refugiados Palestinos (UNRWA) sobre o risco iminente de “fome catastrófica”. O grupo concluiu pedindo que países árabes, islâmicos e “os povos livres do mundo” atuem por todos os meios possíveis em apoio à população de Gaza.

Foto: Yousef Habib


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