O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou nesta segunda-feira (14) que o Partido Social Democrático não pode apoiar projetos que já se mostraram ineficazes para promover a reconstrução de Minas Gerais e enfrentar os desafios vividos pela população do estado. Em entrevista à Rádio Itatiaia, ele reforçou que a legenda precisa liderar uma proposta política consistente e capaz de oferecer soluções concretas para os mineiros.

Acho que o PSD não pode deixar de ter um projeto em que ele possa encabeçar, que tenha protagonismo, que possa permitir uma reconstrução do estado de Minas Gerais para se entregar a um projeto que eventualmente não é um projeto adequado e que já se mostrou um projeto ineficaz para soerguer o estado de Minas”, declarou o senador.

Segundo Pacheco, o PSD tem vocação para o protagonismo político e não pode se limitar a um papel de coadjuvante. Ele defendeu que as decisões sobre candidaturas majoritárias sejam construídas com base no diálogo, ouvindo lideranças e militantes do partido em todo o estado.

“No momento certo, vai preponderar o bom senso, a razão, e nós vamos fazer um debate muito maduro, que possa discutir menos nomes e mais esse conceito: uma frente ampla, que tenha o PSD como protagonista, que possa planejar Minas Gerais para que Minas possa ter estrada, funcionamento de hospitais, e a conclusão desses hospitais. Que possa ter desenvolvimento econômico, com a atração de indústrias e empresas, valorização das vocações regionais, recuperação da história, da arte e da cultura. Governar com os prefeitos e respeitar a Assembleia Legislativa, que é a genuína representação do povo mineiro”, afirmou.

Pacheco destacou que o crescimento do PSD em Minas teve forte contribuição de sua atuação. “Hoje o PSD é o maior partido de Minas Gerais muito também pela contribuição que dei, com 140 prefeitos eleitos, uma bancada significativa de deputados estaduais, cinco deputados federais e um senador”, apontou.

Ele também afirmou ter forte identificação com o partido. “Gosto muito do PSD. Fui muito bem acolhido pelo presidente Gilberto Kassab e pelos colegas no Senado, especialmente quando estive à frente da Presidência do Senado e do Congresso Nacional”, finalizou.

Fonte: Rádio Itatiaia

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

 


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