O ministro Luiz Fux gerou surpresa na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ao apresentar posições contraditórias durante o julgamento da trama golpista. Ele havia votado sem contestar a ausência de foro especial para os envolvidos nos atos de oito de janeiro, que atacaram os Três Poderes. No entanto, agora argumenta incompetência absoluta do STF quando o processo envolve autoridades que exerciam funções de poder na época dos crimes.

Primeiro, Fux afirmou que o STF não poderia julgar o caso. Em seguida, declarou que, caso Jair Bolsonaro esteja sendo julgado na condição de presidente, a análise deveria ocorrer no plenário, não na Primeira Turma. “Rebaixou para a Primeira Turma”, disse ele. O ministro também lembrou que a Corte anulou processos por incompetência relativa, como no caso da Lava Jato.

Foto: Gustavo Moreno/STF

 

 


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