O nome de Fernando Haddad é dado como certo no Ministério da Fazenda por interlocutores de Lula (PT).
Falta, agora, definir as atribuições do Ministério do Planejamento e o nome que vai ocupar a pasta, que deve ficar com um nome liberal, de acordo com o desenho da área econômica feito definido pelo presidente eleito ainda no início da transição.
Para tentar atrair um nome não petista para a pasta, discute-se turbinar o Planejamento. Por exemplo, colocar os bancos públicos sob comando da pasta.
Quem vai bater o martelo, claro, é Lula. Mas o desenho tem sido discutido nos últimos dias, segundo o blog apurou.
O plano A é tentar convencer Persio Arida ou André Lara Resende a assumirem o Planejamento. Se nenhum dos dois topar – Arida, por exemplo, já indicou que não gostaria de ocupar a pasta– a ideia é emplacar uma mulher, que seja liberal e que tenha aceitação no mercado.
E um dos nomes citados para esse plano B é o da economista Ana Carla Abrão, que foi secretária de Fazenda do governo de Goiás durante governos do PSDB.
O nome de Josué Gomes, presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), voltou a circular na equipe de transição como possível ocupante do Ministério da Indústria e Comércio.
Filho de José Alencar, vice de Lula nos dois primeiros mandatos do petista, Josué tem proximidade com o presidente eleito.
Para a Saúde, Lula quer uma mulher, médica e sanitarista.

