A obra do século XVIII, atribuída a Aleijadinho, retornou nesta quinta-feira (2 de março) ao local de oração, após 60 dias afastada do altar.

O motivo do afastamento foi uma processo de manutenção da imagem, depois que responsáveis pelo local desconfiaram da presença de insetos na arte barroca.

“Havia excrementos de cupins nos pés da imagem e no entorno. Apesar de não ter sido constatada a atividade desses insetos no interior da escultura, por precaução, ela foi submetida a uma técnica de manutenção”, detalha uma das responsáveis pela intervenção na imagem, a museóloga da Arquidiocese Metropolitana de Belo Horizonte Rayane Rosário.

“A imagem foi posta em uma bolha plástica, com válvulas e totalmente vedada, para retirada do oxigênio e introdução de nitrogênio. Essa técnica elimina os seres vivos presentes na peça”, conta.


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