A AGU (Advocacia-Geral da União) alega que a permanência do casco do porta-aviões Nae São Paulo no mar após o afundamento causa prejuízos ambientais, operacionais e morais.

A AGU ingressou ontem (13) com ação civil pública na Justiça Federal de Pernambuco;

Apesar da Marinha ter realizado o afundamento em 3 de fevereiro, a AGU argumenta que os militares tiveram que realizar o afundamento para evitar que a embarcação continuasse à deriva;

A ação mira as empresas SOK Denizcilik VE TIC, MSK Maritime Services, Trading e Oceans Prime Offshore Agenciamento Marítimo e Thomas Miller Specialty. Todas envolvidas na compra do porta-aviões em 2021, antes de ser devolvido à Marinha;

À época, o estaleiro turco SOK Denizcilik disse que não conseguiu encontrar um porto para receber a embarcação;

A AGU pede que o valor da indenização seja destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos para custear medidas de recuperação do meio ambiente marinho.


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