Belo Horizonte sedia, a partir desta segunda-feira (27), a terceira reunião do grupo de trabalho de transições energéticas do G20, composto pelas maiores economias do mundo, União Europeia e União Africana.
Serão três dias de encontros, no Minascentro, no Centro da capital. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, vai presidir a abertura.
O grupo de trabalho é coordenado pela pasta em parceria com o Ministério das Relações Exteriores e tem o objetivo de compartilhar informações e acelerar e maximizar os benefícios da transição energética para todo o mundo.
Até a próxima quarta-feira (29), representantes dos países-membros e convidados vão debater a dimensão social da transição para formas mais sustentáveis de energia, que reduzam as emissões de gases de efeito estufa.
Neste ano, o Brasil atingiu a marca de 200 gigawatts (GW) de potência centralizada. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), 84,25% são de fontes renováveis – as três maiores, atualmente, são hídrica (55%), eólica (14,8%) e biomassa (8,4%).
G20
O Brasil comanda o G20 desde dezembro de 2023. Além da transição energética, o país quer focar as discussões em temas como inclusão social e reforma da governança global.
O grupo é composto por África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia, além de União Africana e a União Europeia.
Os membros do G20 representam cerca de 85% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.
À frente do G20, Brasil quer liderar combate à fome, transição energética e reformas de instituições globais

