O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os filhos sairão “vencedores” após operação da PF que teve como um dos alvos o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos).

Valdemar disse que o ex-presidente e os filhos são vítimas de “entusiasmo injusto”. “Grandes líderes mundiais sofreram perseguições implacáveis, com Bolsonaro, não é diferente”, escreveu o presidente do PL no X (antigo Twitter).

O líder partidário defendeu que “democracia não é relativa”. “O Flávio, o Carlos, o Eduardo e o capitão sairão vencedores”, acrescentou Valdemar.

Presidente do PL destacou transferência de Carlos para o seu partido e as eleições municipais. “Quero enfatizar que nosso projeto está mais forte do que nunca e que vamos ganhar as eleições no Rio de Janeiro, porque o Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro são vencedores homéricos no Rio”, publicou mais tarde também no X.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi alvo da corporação na manhã de hoje. A PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra pessoas do núcleo político que receberam informações da “Abin paralela”.

Buscas foram feitas na casa e no gabinete do vereador. Imagens da GloboNews mostraram pelo menos três viaturas da PF na residência do vereador, na Barra da Tijuca. O condomínio é o mesmo onde Bolsonaro também tem uma casa. O ex-presidente atualmente reside em Brasília.

Assessores do vereador também são alvos da operação. Ao todo, há um mandado em Angra dos Reis, cinco no Rio de Janeiro, um em Brasília, um em Formosa (GO) e outro em Salvador.

Defesa nega ligação de Carlos com a Abin

Advogado disse que falar com conexão do vereador com a agência é “narrativa criada”. “Não tem ligação alguma [com a Abin. Criou-se essa narrativa em determinado momento, mas o vereador não tem nenhuma ligação, seja institucional, seja de acesso a informações. Nunca Teve. Isso é uma narrativa criada que não é a realidade”, afirmou o advogado Antônio Carlos Fonseca, em entrevista à CNN Brasil.

Fonseca alegou ainda que não teve acesso às acusações contra o vereador. “A gente precisa entender o que motivou a operação deflagrada pela PF. Vamos peticionar o ministro Alexandre de Moraes, pedindo que ele autorize acesso da defesa, para depois a gente entender o que está acontecendo”, disse.


Avatar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *