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O partido Cidadania aprovou no sábado (19) uma federação com o PSDB. Na votação realizada durante reunião do Diretório Nacional, a tese do PSDB recebeu 56 votos — pontuação mínima necessária para a aprovação da federação.

As outras alternativas de aliança eram uma federação com o PDT ou com o Podemos. A tese do Podemos foi derrotada no 1º turno da votação. Foram 54 votos pela federação com o PSDB, 37 com o PDT e 14 com o Podemos.

O PSDB venceu no 2º turno contra 47 votos a favor de uma aliança com o partido do pré-candidato de Ciro Gomes. Houve 7 abstenções. O governador de São Paulo, João Doria, é o pré-candidato do PSDB à Presidência da República.

Com a decisão, o Cidadania fica com 20% da governança da federação. O mecanismo permite que as legendas somem o desempenho de todos os candidatos.  O pré-candidato à Presidência da República pelo Cidadania, senador Alessandro Vieira, pode deixar o partido, conforme apurou o Poder360.

Ele afirmou, entretanto, que a pré-candidatura está mantida.  “A minha pré-candidatura foi mantida por unanimidade e a opção pela tentativa de federação com o PSDB atingiu o número mínimo de votos”, disse o senador ao Poder360.

Sobre sua saída ou de outros integrantes do partido, Vieira declarou que é preciso “aguardar os desdobramentos” para avaliar esse cenário.  Em nota, o governador de São Paulo, João Doria, disse que seu nome já vinha sendo “costurado” pelos presidentes dos 2 partidos, Roberto Freire (Cidadania) e Bruno Araújo (PSBD), como pré-candidato ao Planalto.

O tucano disse também que conversas da sigla com MDB e União do Brasil continuam. Na última 3ª feira (15.fev.2022), os presidentes do PSDB, MDB e União Brasil se reuniram para debater uma possível federação partidária entre as siglas. De acordo com Bruno Araújo, Baleia Rossi (MDB) e Luciano Bivar (União Brasil), os pré-candidatos dos partidos estarão submetidos ao consenso das 3 siglas. FORÇA ÚNICA As federações partidárias foram regulamentadas em dezembro de 2021 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Os partidos que aderirem a esse mecanismo deverão atuar como uma única sigla por no mínimo 4 anos. Se decidirem sair antes, serão proibidos de ingressar em uma nova federação, de utilizar fundo partidário e de celebrar coligações nas duas eleições seguintes.  Os partidos devem formalizar as federações até 31 de maio. As federações beneficiam, sobretudo, as siglas menores que foram prejudicadas pela cláusula de barreira, que limita o acesso ao fundo partidário e ao tempo de TV.

Fonte: Poder 360


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