O pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, vai costurando palanques estaduais para tentar alavancar a sua campanha, que sustenta o terceiro lugar nas pesquisas mais recentes, mas cujas intenções de voto estão estagnadas há algum tempo, já que ainda não tem uma grande aliança nacional a sua candidatura. Ciro busca principalmente os quatro maiores colégios eleitorais do país: Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Goiás.
Minas Gerais, o segundo maior colegio eleitoral do país, terá como principal concorrente do atual governador, Romeu Zema (Novo), o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD). É com Kalil que Ciro quer subir no palanque no estado.
Em um encontro recente com Rodrigo Pacheco, senador pelo PSD-MG, falaram de “ideias sobre o futuro”. “É evidente que, se eu pudesse ter o apoio deles, ficaria muito feliz”, diz Ciro.
O PDT tinha um pré-candidato ao governo mineiro, o ex-deputado federal Miguel Corrêa, mas o perdeu, pois se tornou inelegível pelo TSE por abuso de poder econômico nas eleições para o Senado em 2018.
O partido não vê problemas em dividir o palanque com Lula(PT), outro presidenciável em busca de apoio do Kalil em MG.

