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A dívida pública federal do Brasil cresceu 0,05% em janeiro sobre dezembro, para R$ 5,616 trilhões. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Tesouro Nacional.

A dívida pública é emitida para financiar o deficit orçamentário do governo, ou seja, para cobrir as despesas que superam a arrecadação com impostos, contribuições e outras receitas. É uma das principais referências para avaliação, por parte das agências globais de rating, da capacidade de pagamento do país.

Mercado interno e externo

A dívida é repartida em interna e externa, sendo que a 2ª é custeada em moedas estrangeiras, principalmente o dólar –suscetível à variação cambial. Estoque de títulos prefixados teve maior queda, por causa do resgate líquido de R$ 118,69 bilhões no mês. De 26,9% para 28,9% do estoque.

Compradores

As instituições financeiras são os principais detentores da dívida (28,8% do total). Em seguida aparecem os fundos de investimento (24,3%) e os fundos de previdência (21,8%). Os investidores estrangeiros (não-residentes) apresentaram estabilidade no estoque, mantendo sua participação relativa em 10,5%. Demais grupos ficam com 14,6%.

Custo médio e prazo

O custo médio acumulado de 12 meses, que influencia o ritmo de crescimento da dívida, subiu. Foi de 8,91% em dezembro para 8,61% em janeiro. O prazo médio da dívida ficou estável em 3,71 anos.

Reservas

A reserva de liquidez apresentou redução, em termos nominais, de 4,51%, passando de R$ 1,2 trilhão, em dezembro, para R$ 1,1 trilhão, em janeiro.

Fonte: Poder 360

 

 


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