O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre pedidos urgentes apresentados nas investigações do Banco Master e dos descontos ilegais em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Entre as solicitações estão pedidos relacionados à prisão de investigados no caso Master, como Fabiano Zettel, Felipe Vorcaro e Henrique Vorcaro. A manifestação da PGR deverá ajudar o tribunal a avaliar a pertinência e a necessidade das medidas requeridas antes de decidir sobre elas.
Os processos eram relatados pelo ministro André Mendonça, mas foram encaminhados à Presidência do STF durante a crise interna provocada pela divulgação de supostas conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A mudança de encaminhamento gerou dúvidas sobre quem deveria examinar requerimentos pendentes e decisões urgentes. :chatgpt-content-reference{index=”1″}
Mendonça também é alvo de um pedido de investigação apresentado por Moraes. O exame da solicitação, previsto para quarta-feira (23), foi adiado após a suspensão de outro julgamento relacionado à eventual abertura de investigação contra Moraes. O despacho não decide os pedidos de soltura dos investigados.
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

