Em sua primeira entrevista coletiva como presidente da Petrobras, Jean Paul Prates falou sobre uma nova política de preços para a empresa.

Prates rejeitou continuar com a política de preços utilizada anteriormente e acusou a gestão Bolsonaro de ser “intervencionista” para favorecer a concorrência: “Me obrigar a praticar o preço do concorrente? Não faz nenhum sentido”.

“A diferença desse governo para o anterior é que nós vamos nos defender”, falou sobre captar recursos para o país e a Petrobras.

O novo presidente dedicou tempo a explicar o PPI, o Preço de Paridade Internacional, e disse não existir “bala de prata” e que o preço “não é um dogma” que precisa ser seguido.

Ele também reforçou a necessidade de diálogo ministros e Lula: “Política de preços é assunto de governo”.

“Quem era intervencionista era o governo anterior, que mandava a Petrobras praticar esse PPI [Preço de Paridade Internacional] para ajudar o importador, mesmo sem ter necessidade. O importador é meu competidor, se é mercado vamos jogar o jogo do mercado. Mas me obrigar a praticar o preço do concorrente? Não faz nenhum sentido”, disse Jean Paul Prates.


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