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Ao visitar Congonhas, candidato do PSD ao governo de Minas disse que é hora de cada um apresentar o que fez e lamentou aliança entre Zema e Bolsonaro.

O candidato ao governo de Minas, Alexandre Kalil (PSD), disse em Congonhas neste sábado, dia 30, que a campanha eleitoral deste ano será a hora de mostrar o que cada um fez. De um lado, ele com apoio do ex-presidente Lula, e do outro, o governador Romeu Zema (NOVO) aliado ao presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Enquanto estamos aqui, 30 milhões de brasileiros estão dormindo sem comer, e o Zema e o Bolsonaro querem ser reeleitos. O Zema, que é amigo e agora foi lá se ajoelhar no pé do Bolsonaro, está querendo continuar sem fazer nada para ninguém”, disse.

Kalil acredita que a campanha eleitoral, que começa no dia 16 de agosto, será o momento para mostrar e comparar a sua gestão à frente da Prefeitura de Belo Horizonte e suas propostas para Minas, com o que está sendo feito pelo atual governo.

“Ao contrário do outro, eu falo só a verdade, eu não falo mentira. Perderam completamente o rumo da verdade (em referência a gestão de Zema). Agora ele está de novo no pé de Bolsonaro porque sabe que vai perder a eleição, ele sabe que a eleição está perdida porque ele não tem o que mostrar”.

Pandemia

Um dos exemplos citados por Kalil diz respeito às medidas tomadas durante a pandemia tanto pelo governo de Minas quanto pelo governo federal.

Os 680 mil brasileiros que morreram de Covid foram vítimas da falta de empatia, de coragem. Quando eu tomei as medidas que tomei, foram buzinar na porta da minha casa de madrugada, e eu disse podem buzinar até a bateria acabar, mas nas minhas costas ninguém vai colocar uma vida sequer dessas 680 mil. Não cuidar das pessoas na pandemia foi um ato de covardia”.

Kalil ainda criticou o governador Zema por fazer propaganda dizendo que Minas foi um dos estados com menor mortalidade por Covid, enquanto cada prefeito foi obrigado a se virar sozinho.

“A única coisa que o governo fez foi um papel dizendo que tínhamos que obedecer a onda verde, amarela, lilás. Claro que o prefeito que tinha trabalhado, não obedeceu, porque obedecer a esse governador era caminhar para o abismo, caminhar para a morte”.

Saúde

Kalil também disse que o atual governador mente quando promete que irá colocar para funcionar os onze hospitais regionais que estão com as obras paralisadas no Estado.

“Não terminou as obras simplesmente porque não tem como colocar em funcionamento. Não conseguiu fazer coisas mais simples como tapar buraco nas rodovias, fazer recapeamento, como vai conseguir custear os hospitais?”, questionou.

Outro ponto em que o governador não fala a verdade é com relação aos salários dos servidores públicos. Zema prometeu reajuste de 42% para os servidores da segurança, enviou projeto para a Assembleia Legislativa, depois vetou o reajuste e até recorreu à Justiça para não pagar. No caso da educação, também não paga o piso nacional.

“Temos que levar para o coração e mente das pessoas, falar para todos que temos uma saída, um jeito de fazer as coisas. Vamos governar olhando na cara de vocês, olhando na cara do servidor público, não vamos fazer de salário do servidor demagogia, vamos sentar na mesa da segurança, da educação, e olhar na cara de todo mundo”, afirmou Kalil.

O ex-prefeito de Belo Horizonte disse que Deus lhe deu os sentimentos de coragem e empatia, e que sabe das dificuldades que as pessoas estão passando, sem nunca ter vivido a mesma situação que elas.

“Deus me poupou do sentimento do medo. Não tenho medo deles. Não tenho medo dos milionários da Fiemg. Vou enfrentá-los. Já desalojei aquele povo da prefeitura de Belo Horizonte, agora vou despejar aquele povo do Palácio Tiradentes, e nós vamos tirar também aquele genocida e colocar o presidente Lula no Palácio do Planalto”, disse ao encerrar seu discurso em encontro com lideranças de Congonhas.

Crédito da foto: Leandro Couri


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