O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou suas redes sociais nesta segunda-feira (1º) para marcar os 61 anos do golpe militar de 1964. Ele destacou que, embora o país tenha superado os períodos sombrios da história, “ameaças autoritárias insistem em sobreviver”.

“Não existe, fora da democracia, caminhos para que o Brasil seja mais justo e menos desigual. Não há desenvolvimento inclusivo sem ouvir e respeitar a voz do povo. E não há justiça sem instituições sólidas, harmônicas e independentes”, escreveu o presidente na plataforma X (antigo Twitter).

Lula reforçou que o país vive há quatro décadas em regime democrático e defendeu que não se deve permitir retrocessos. “Hoje é dia de lembrarmos da importância da democracia, dos direitos humanos e da soberania do povo para escolher, nas urnas, seus líderes e seu futuro. E de seguirmos firmes na defesa da democracia contra ameaças autoritárias que ainda sobrevivem”, afirmou.

O golpe de 31 de março de 1964 deu início a uma ditadura militar que durou 21 anos. O regime foi responsável por perseguições, censura, tortura e mortes, encerrando-se somente em 1985 com a redemocratização do país.

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil


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