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Entre dezembro e janeiro, o Ministério Público do Rio mobilizou esforços para colher novos depoimentos relacionados à investigação do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, motorista da vereadora do PSOL. O crime, cometido em 2018 no Estácio, bairro da Zona Norte carioca, está prestes a completar quatro anos em março.

Em parte das oitivas, o MP trabalhou na conferência e ampliação de informações contidas no inquérito policial conduzido pela Polícia Civil, com a primeira parte finalizada em março de 2019 em meio à prisão de Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, que já respondem pelo crime.

Na busca pelo possível mandante, objeto da segunda fase da investigação, promotores dialogaram recentemente com a família da parlamentar e com pessoas que trabalhavam no gabinete dela na Câmara de Vereadores do Rio.

A apuração do MP está sob responsabilidade do promotor Bruno Gangoni, que assumiu a força-tarefa do caso em julho de 2021. Na Polícia Civil, em paralelo, os trabalhos estão nas mãos do delegado Alexandre Herdy, que assumiu a Delegacia de Homicídios (DH) da capital fluminense no início deste mês. Ele é o quinto encarregado do caso até aqui.

Fonte: Blog do Lauro Jardim


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