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A pressão inflacionária e o encarecimento do crédito – movimentos que evoluíram e acumularam ao longo do ano passado – permanecem freando o consumo das famílias e se refletindo muito fortemente no adiamento da compra de bens duráveis, como automóveis e eletrodomésticos.
É o que aponta a pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), feita com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e elaborada pela Fecomércio- MG.

O levantamento, divulgado nesta terça-feira (8), mostra que quase 9 entre 10 pessoas (87,4%) avaliam que, atualmente, é um “mau momento” para a compra de produtos mais caros.
“São bens de alto valor agregado, que o consumidor adquire via parcelamento ou financiamento, o que tem forte correlação com o acesso ao crédito”, explica Guilherme Almeida, economista-chefe da Fecomércio-MG.

“Atualmente, há uma pressão da inflação muito alta, que deteriora o poder de compra das famílias e, concomitante, temos a taxa básica de juros crescente, para tentar debelar a inflação, mas e que, consequentemente, encarece o crédito”, acrescenta.

Considerando a taxa Selic a 10,75% atualmente, a pesquisa também mostra que 46,9% dos consumidores acreditam que está mais difícil conseguir empréstimo/crédito para compras a prazo, em comparação ao ano passado.

Fonte: Fecomércio


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