A Polícia Federal revelou que o general da reserva Augusto Heleno monitorou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o intuito de prendê-lo logo após a execução do golpe de estado planejado por um grupo ligado ao então presidente Jair Bolsonaro.
As investigações indicam que Heleno, junto com o tenente coronel Mauro Cid e o coronel da reserva Marcelo Câmera, faziam parte de um núcleo de inteligência paralela que fornecia informações para Bolsonaro tomar ações visando a anulação da eleição que levou Luiz Inácio Lula da Silva ao poder.
Câmera foi preso, Heleno foi alvo de buscas, e Mauro Cid, preso, colaborou com as autoridades através de um acordo de delação premiada.

