Sara Azevedo (PSOL), candidata ao Senado, gravou nesta terça (6) o jingle oficial de sua campanha no Estúdio Verde, de Robertinho Brant. O espaço foi cedido pelo músico e produtor musical, que é sobrinho de Fernando Brant (parceiro de Milton Nascimento e Lô Borges no Clube da Esquina). A canção contou com as vozes de Adriana Araújo, Amandona, do bloco Abalôcaxi, e Claudia Manzo.

“Fiquei muito feliz com a oportunidade que o Robertinho me ofereceu de gravar aqui no Estúdio Verde”, disse a candidata. “Ter Amandona, Adriana e Claudia, essas cantoras maravilhosas, ao meu lado também me encheu de alegria. Renovou a minha esperança de que podemos fazer mais pelo Estado e que podemos construir uma sociedade mais solidária”.

O jingle aposta na diversidade que Sara representa. Professora, mulher, LGBT+ e jovem, a canção posiciona a candidata enquanto a única alternativa para o Senado. “O novo mundo já não pode esperar, nem um minuto sequer // Acho que deu pra sacar //Prefiro livros do que ter que atirar”, diz uma das estrofes.

“Essa eleição representa a esperança. É a chance que temos para tirar da política todo esse bolsonarismo que é violento, desrespeitoso, atrasado e que pouco contribui para o desenvolvimento de nosso país”, avalia Sara. “Nesse jingle a nossa intenção foi mostrar isso, que é tempo de mudança. É a hora de renovarmos o espírito republicano e apostar em candidaturas que tragam a diversidade para a política e que se apoiem na defesa dos interesses da população”.

Além da música, também foi filmado o clipe do jingle também no Estúdio Verde. As candidatas do PSOL Lauana Chantal,Tainá Rosa, Maísa Fernandes, Roberta Zanon, Poli do Amaral,Giza Alexandra e Vanderleia participaram das gravações.

Reunião com a cultura

Na noite desta segunda (6), Sara Azevedo reuniu-se com agentes da cultura de BH e tirou um programa de ações a serem defendidas por seu mandato caso se eleja. Entre as propostas estão o fortalecimento das políticas de preservação e memória, visando a manutenção e custeio dos museus; a proposição de projeto que vise o destravar os recursos do FNC (Fundo Nacional de Cultura); fortalecer a regulação do audiovisual; e a criação de cotas nas políticas de fomento à Cultura.


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