Com palavras de ordem, faixas, bandeiras, cartazes e muita indignação, enfermeiros, enfermeiras, técnicos de enfermagem de todo o país fizeram hoje (21/9/22) um dia de paralisação em defesa do Piso Salarial Nacional da categoria.

Em Belo Horizonte, a manifestação contou com apoio e a força da educação, saúde, correios, eletricitários e de várias categorias de servidores públicos estaduais e federais. A CUT/MG, com vários sindicatos de sua base, e outras centrais sindicais também engrossaram a voz da enfermagem.

“Estamos nas ruas para lutar pelos nossos direitos e vamos além se preciso for. Podemos evoluir para uma greve geral se o Supremo Tribunal Federal continuar negando o direito que conquistamos”, afirma o presidente do Sindicato dos Enfermeiros de Minas Gerais, Anderson Rodrigues.

Da Praça da Estação até à Praça Sete, no centro de BH, os manifestantes em coro rechaçaram a decisão do ministro Luiz Roberto Barroso, do STF, proferida no dia 5/9, suspendendo a Lei 14.432/22, que estabeleceu o Piso Salarial da Enfermagem.

Indignados, os manifestantes disseram que se essa decisão persistir, a categoria vai cruzar os braços.

A manifestação de hoje, na capital mineira, de acordo com a organização, reuniu cerca de 100 mil pessoas.

Foto: Studium/SEEMG


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