A Ucrânia começou a realizar mudanças significativas no governo de Volodymyr Zelensky, a maior desde o início da invasão russa. Ministros de cargos importantes, incluindo o de Relações Exteriores, apresentaram suas renúncias ao Parlamento, e Zelensky afirmou que essas mudanças são essenciais para “fortalecer o Estado” em preparação para os difíceis meses que virão.

Entre as renúncias mais notáveis está a de Dmytro Kuleba, chanceler da Ucrânia, cujo substituto deve ser o vice-chanceler Andrii Sybiha. Zelensky destacou a necessidade de “nova energia” na política internacional e diplomacia ucraniana para enfrentar os desafios.

Outros ministros também renunciaram, incluindo o titular da Justiça e a vice-primeira-ministra para a Integração Europeia. Algumas decisões, como a de Kuleba, foram adiadas devido à falta de consenso no Parlamento.

Essa reforma ocorre em meio a um terceiro ano de guerra com a Rússia, com Zelensky buscando consolidar o processo decisório e fortalecer áreas estratégicas como a defesa e as relações internacionais. Ataques recentes em Poltava e Lviv intensificaram a pressão sobre o governo, e Zelensky continua a pedir apoio ocidental para reforçar a defesa aérea e permitir o uso de armas contra alvos dentro da Rússia.

 


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