Indivíduos portadores dessa condição têm maior risco de sofrer uma “morte súbita inexplicável em epilepsia” (Sudep, na sigla em inglês). feitos por terapia genética destinados ao tratamento de doenças raras. O espaço será, segundo a instituição, o único do Brasil.
O laboratório está sendo estruturado no Instituto de Ciências Biológicas (ICB). A plataforma de biotecnologia poderá ser parceira do Sistema Único de Saúde (SUS) na oferta de tratamentos mais eficazes, por exemplo, para a Síndrome de Dravet, um tipo de epilepsia ainda sem cura.
A expectativa é que o laboratório, quando concluído e posto em atividade, possa ser mobilizado para também colaborar com a saúde pública brasileira no combate à síndrome.
O espaço terá investimento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e do governo federal com custo total de R$ 4 milhões.
Síndrome de Dravet
A síndrome de Dravet, um transtorno com uma incidência de um caso para cada 20 mil nascimentos, começa com uma crise epiléptica ainda no primeiro ano de vida e evolui para comportamentos autistas a partir do segundo ano. O tratamento busca atenuar as convulsões, mas não consegue reverter a enfermidade.
Indivíduos portadores dessa condição têm maior risco de sofrer uma “morte súbita inexplicável em epilepsia” (Sudep, na sigla em inglês).

