O prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), sancionou nesta quinta-feira (2 de janeiro) a reforma administrativa do Executivo municipal. A medida foi publicada em edição exclusiva do Diário Oficial do Município (DOM), que trouxe apenas a lei detalhando as mudanças estruturais, sem informar os nomes que irão comandar as novas pastas. Aprovada pela Câmara Municipal no início de dezembro, a reforma cria quatro novas secretarias, duas coordenadorias, cerca de cem cargos e uma nova regional administrativa.
O custo estimado das alterações é de R$ 49,9 milhões anuais aos cofres municipais. A nova estrutura entrará em vigor em fevereiro, no primeiro dia útil do mês subsequente à publicação.
As novas secretarias são Segurança Alimentar e Nutricional, Mobilidade Urbana, Administração Logística e Patrimonial, e a Secretaria-Geral, que substituirá o papel atualmente desempenhado pelo gabinete do prefeito. As três primeiras são inéditas na estrutura do governo municipal. Além disso, as coordenadorias de Vilas e Favelas e de Mudanças Climáticas foram criadas, cumprindo promessas de campanha do prefeito.
A reforma também cria a décima regional administrativa da cidade, transformando o hipercentro em uma unidade autônoma. O setor deixará de ser subordinado à regional Centro-Sul e terá sua própria administração, ampliando o alcance e a eficiência na gestão pública local.
Foto: Karoline Barreto/CMBH

