O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera os cenários de primeiro e segundo turnos da eleição presidencial entre os eleitores de Pernambuco, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (15). No cenário estimulado para a primeira etapa da disputa, Lula aparece com 56% das intenções de voto.
O instituto testou apenas um cenário estimulado de primeiro turno, reunindo candidatos de diferentes partidos que pretendem disputar a Presidência da República em 2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ocupa a segunda colocação, com 25% da preferência dos entrevistados. A diferença entre os dois primeiros colocados é de 31 pontos percentuais. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Na sequência, o escritor Augusto Cury (Avante) registra 5%, enquanto Renan Santos (Missão) aparece com 4%. O empresário Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível, e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado alcançam 2% cada um.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) tem 1% das intenções de voto. Outros seis nomes incluídos na pesquisa somam, juntos, 1%. Os entrevistados que disseram votar em branco ou anular o voto representam 2%. Outros 2% não souberam ou preferiram não responder.
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente amplia sua vantagem. O petista alcança 59% das intenções de voto no estado, contra 36% do senador. A distância entre os dois candidatos chega a 23 pontos percentuais.
Considerada a margem de erro, Lula permanece numericamente à frente e fora da faixa de empate técnico. Nesse cenário, os votos em branco e nulos somam 3%, enquanto 2% dos entrevistados não souberam ou não responderam à pergunta.
O Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores pernambucanos entre os dias 10 e 14 de setembro de 2026. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi financiada com recursos do próprio instituto e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00283/2026. Os resultados representam um retrato das preferências manifestadas pelos entrevistados no período da coleta e não constituem previsão do resultado das eleições.
Foto: Ricardo Stuckert

