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Da Redação

Representantes do Instituto Estadual de Florestas (IEF) estiveram na quinta-feira, dia 24, na Casa Amarela para uma troca de experiências na Biofábrica de Joaninhas e conhecer sobre a tecnologia sustentável que envolve o projeto. Ação parecida aconteceu na semana passada, quando a produtora de algodão Amipa esteve no local.

Os visitantes conheceram as dependências da biofábrica, onde aprenderam sobre todas as etapas de produção e distribuição dos insetos. O objetivo do IEF e Amipa é multiplicar a ação, desenvolvendo biofábricas em outros lugares.

“Os agricultores têm buscado formas mais sustentáveis de produção visando combater pragas como os pulgões, que são capazes de afetar toda a produção nesses espaços. Por meio da ação das joaninhas, essa cultura consegue ser protegida de forma natural e sem a utilização de produtos químicos”, revela o diretor de Gestão Ambiental da SMMA e responsável pelo projeto da Biofáfrica, Dany Amaral.

Dentre as ações do IEF – uma autarquia ligada à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado – estão projetos de educação ambiental que terão como pauta o case de sucesso da Biofábrica de Joaninhas.

“Temos aqui um projeto que trouxe muitos resultados positivos, capaz de ser reproduzido em outras esferas e para outras pessoas. Essa interlocução com o IEF será o ponto de partida para construções coletivas na educação ambiental e parcerias futuras que temos o objetivo de iniciar”, aponta o diretor.

As joaninhas e crisopídeos são insetos que podem combater, de forma natural, populações de organismos indesejáveis em hortas, jardins, pomares e arborizações. A Prefeitura de Belo Horizonte criou, em 2018, um espaço para produção em massa desses antiparasitas naturais, fundamentais para combater as pragas em áreas verdes e hortas urbanas sem o uso de agrotóxicos ou pesticidas.

Atualmente, a biofábrica conta com quatro profissionais, sendo dois servidores e duas estagiárias que, todos os dias, fazem a manutenção da criação das joaninhas, separando as diversas fases de crescimento dos insetos, trocando alimentos e preparando kits para doação de organismos. Quem se interessar por adquirir os kits pode se inscrever, por meio do Portal de Serviços, no site da PBH.

 

 


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