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O presidente Jair Bolsonaro (PL) cumprirá agenda em Minas Gerais na próxima quinta-feira (26). Em pré-campanha para a reeleição, Bolsonaro visitará Coronel Fabriciano, no Vale do Aço, e pode fazer escala em Belo Horizonte. A viagem acontecerá duas semanas após a agenda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, entre 9 e 11 de maio, visitou, além da capital, Contagem, na Região Metropolitana, e Juiz de Fora, na Zona da Mata.

Em Coronel Fabriciano, Bolsonaro participará da inauguração do Residencial Buritis, no Bairro São Vicente, conjunto habitacional de 500 apartamentos pelo Programa Fabri, Meu Lar, onde será recebido pelo prefeito Marcos Vinícius Bizarro (PSDB) e pelo deputado federal Domingos Sávio (PL). O projeto é financiado pelo Casa Verde e Amarela. Questionada, a Secretaria de Governo da presidência da República ainda não confirmou os detalhes da agenda no Vale do Aço.

Já em Belo Horizonte, Bolsonaro acompanhará a posse do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, reeleito para o triênio 2022-2025. O compromisso foi confirmado pela própria Fiemg. Inclusive, a cerimônia, prevista para às 20h, na reabertura do Minascentro, será na mesma data em que é comemorado o Dia Nacional da Indústria. A posse de Roscoe também deve ter a presença do governador Romeu Zema (Novo).

Em abril, Bolsonaro já havia visitado Uberaba, no Triângulo Mineiro, durante a abertura da ExpoZebu 2022. Na oportunidade, inclusive, o presidente acenou para Zema ao lhe dizer que “é um exemplo para todos nós aqui no Brasil”.

A sinalização de Bolsonaro foi feita em meio às articulações para garantir um palanque para o presidente em Minas. Enquanto Zema tenta descolar a própria imagem do presidente, Bolsonaro lançou o senador Carlos Viana (PL) como pré-candidato ao governo de Minas.

Entretanto, o próprio Viana já admitiu que, caso Bolsonaro opte por apoiar a reeleição de Zema diante de melhor desempenho nas pesquisas eleitorais, pode abrir mão da pré-candidatura.

“Eu estou pré-candidato. Vou levar a candidatura a todos os lugares, vou participar de tudo, até que a gente, lá em julho, possa ter uma discussão mais abrangente com os números (das pesquisas eleitorais). O projeto principal é a reeleição de Bolsonaro. Se os números indicarem que a direita precisa se unir em Minas, não sou eu quem irá atrapalhar”, afirmou.


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