Israel realizou bombardeios aéreos nesta quinta-feira (19) contra portos e infraestruturas energéticas controladas pelos rebeldes Houthi no Iêmen, alegando que os alvos eram usados para fins militares. Segundo as autoridades israelenses, os ataques ocorreram em resposta à interceptação de um míssil lançado pelos Houthis em direção ao país.
Os militares israelenses afirmaram que o projétil foi neutralizado antes de alcançar o território de Israel. Após a interceptação, sirenes de alerta foram ativadas em diversas áreas no centro do país devido ao risco de queda de destroços.
Os rebeldes Houthi, aliados do Irã e dominantes em grande parte do território iemenita, afirmaram que seus ataques tinham como alvo um “objetivo militar” em Tel Aviv e declararam que “a operação cumpriu seu propósito”.
Desde outubro, os Houthis intensificaram ataques contra Israel, alegando solidariedade à Faixa de Gaza, onde o conflito entre Israel e o Hamas se intensificou após o ataque do movimento islâmico em 7 de outubro de 2023. A ofensiva israelense no Iêmen resultou na morte de ao menos nove pessoas, segundo relatos locais.
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