O presidente Lula encontrou a família do guarda municipal Marcelo Arruda, assassinado a tiros pelo bolsonarista Jorge Guaranho quando comemorava o aniversário de 50 anos com uma festa temática alusiva ao PT, em Foz do Iguaçu.

Lula esteve com a viúva Pâmela Silva, e dois de seus filhos.

O presidente disse que o apoiador foi “covardemente assassinado por um ódio que não podemos aceitar”.

“Minha solidariedade a sua companheira, Pâmela Silva, e seus filhos, que carregarão a memória e o orgulho do seu pai”, disse Lula.

Recentemente, a Justiça Federal do Paraná determinou que a União pague pensão alimentícia a três dos filhos do guarda municipal, até os 21 anos, porque a arma usada para cometer o crime é de propriedade da União. Jorge Guaranho, que era agente penitenciário federal, está preso preventivamente por homicídio qualificado.

Relembre o caso:

Apoiador de Jair Bolsonaro (PL), Guaranho foi à entrada da festa para “provocar” os participantes com gritos de apoio ao então presidente e críticas aos petistas, aponta a investigação.

Após desentendimento, ele deixou o local e retornou em seguida para atirar na vítima, que revidou aos disparos, como mostram imagens das câmeras de segurança.

Guaranho foi atingido por seis tiros, mas sobreviveu. Já Arruda não resistiu aos ferimentos.

Em dezembro, a Justiça aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público e determinou que Guaranho fosse levado a júri popular. A defesa dele recorreu da decisão.


Avatar

administrator