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O escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas atualizou o número de vítimas confirmadas na Ucrânia desde o início da invasão russa, em 24 de fevereiro. Segundo a ONU, pelo menos 364 civis foram mortos na Ucrânia. Desse total, 25 são crianças.

Há também outros 759 feridos. A ONU acrescenta que os verdadeiros números sejam provavelmente “consideravelmente maiores”.

“O Gabinete acredita que os verdadeiros números são consideravelmente maiores, especialmente no território controlado pelo governo e especialmente nos últimos dias, porque as informações de alguns locais onde houve hostilidades intensas atrasou e muitos relatos ainda dependiam de confirmação”, disse a ONU, no sábado (5).

Segundo o escritório da ONU, a maioria das mortes de civis registradas foi causada por armas explosivas com uma área de impacto ampla, incluindo bombas de artilharia pesada e sistemas de lançamentos múltiplos de foguetes, e de ataques aéreos ou de mísseis.

Polícia de Putin prende 4 mil pessoas

Cerca de 4 mil pessoas foram detidas neste domingo em 57 cidades russas em protestos contra a invasão ordenada por Vladimir Putin à Ucrânia, de acordo com um monitor de protestos independente baseado na Rússia.

O grupo que monitora protestos da ONG OVD-Info afirmou que as prisões ocorreram de São Petersburgo ao extremo Leste da Rússia. Cerca de 1.700 prisões ocorreram em Moscou e 750 em São Petersburgo.

Ativistas da oposição postaram vídeos mostrando protestos e prisões em cidades da Rússia. A mesma organização havia relatado antes 6 mil prisões em protestos desde o início da guerra, em 24 de fevereiro.

A Reuters não conseguiu verificar as informações de forma independente e nem falar com o porta-voz do Ministério do Interior da Rússia. Manifestação sem autorização prévia estão proibidas no país e houve reforço policial nas ruas das grandes cidades.

— Os parafusos estão sendo totalmente apertados. Estamos testemunhando censura militar em sua essência — disse Maria Kuznetsova, porta-voz da OVD-Info, à Reuters por telefone de Tbilisi, capital da Geórgia. —Estamos vendo protestos bem grandes hoje, mesmo em cidades siberianas, onde raramente temos esse número de prisões — disse Kuznetsova.

O Ministério do Interior alertou, no sábado, que qualquer tentativa de realizar protestos não autorizados seria impedida e os organizadores seriam responsabilizados por eles.


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