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O combate à Covid-19 vai deixar como legado 590 leitos de CTI a mais para o sistema de saúde de Minas Gerais. Com a absorção dessas unidades, o número de leitos de CTI no Estado vai aumentar em 26%, reforçando o tratamento de diversas doenças. A informação foi divulgada pelo secretário estadual de Saúde, Fábio Bacheretti, nesta sexta-feira (25).

“A partir de 1º de março não existe mais leitos exclusivos de Covid no Brasil. No Estado de Minas serão 590 leitos novos, 550 adultos e 40 pediátricos, que ficam como legado da pandemia. Então, a gente sai de 2072 leitos para mais de 2620 leitos”, disse o secretário.

Antes da pandemia, o Estado tinha 194 leitos de CTI pediátricos, e agora o número de unidades passa a ser 234. “Falta leito de UTI pediátrica no Estado. Um exemplo é a região Norte, que tem 4 leitos e agora a gente vai ter 14”, diz Bacheretti. Ao todo, a região Norte vai ter aumento de 80% no número de leitos.

Os leitos vão reforçar o tratamento de diversas doenças, incluindo a Covid-19, ressalta o secretário. “A gente vai poder conviver com a Covid, que agora é uma doença com menos intensidade, e a gente consegue tirar o atraso com uma rede mais robusta. Vai ter mais leito para AVC, para infarto, infecções”, diz.

A manutenção dos leitos no Estado, segundo Bacheretti, é fruto do esforço de secretários estaduais de Saúde junto ao Ministério da Saúde. Dos 6.500 leitos que vão ficar como legado em todo o país, Minas fica com 590 unidades.

Fonte: SES-MG

 


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