A inflação em Belo Horizonte e região metropolitana foi de 0,55% em novembro deste ano, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo –15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (25). Indicador mostra tendência de alta no valor dos produtos, que foi levemente maior que o índice nacional, de 0,53%.

Taxa para a capital foi o quinto menor valor mensal entre onze áreas analisadas pelo instituto. No acumulado dos últimos doze meses, os preços estão 4,69% mais caros, segundo menor resultado dentre as pesquisas, e inferior ao nacional, de 6,17%.

“Na RMBH, todos os nove grupos apresentaram inflações: Alimentação e Bebidas (1,16%), Vestuário (1,07%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,95%), Despesas Pessoais (0,37%), Comunicação (0,32%), Educação (0,20%), Habitação (0,13%), Transportes (0,11%) e Artigos de Residência (0,01%) (Quadro 2)”, pontua o órgão.

A alta no grupo de Alimentação e Bebidas (1,16%) impactou o índice geral de novembro em 0,26 pontos percentuais (p.p.). O resultado se deveu principalmente as altas do tomate (42,41%), o maior impacto individual positivo do mês (0,09 p.p), da cebola (18,75%), da batata-inglesa (10,42%) e das frutas (3,28%), com impactos de 0,03p.p., 0,03p.p. e 0,04p.p., respectivamente.

Do lado das quedas, se destacou o leite longa vida (-2,99%), com impacto no índice de -0,03p.p. Em Vestuário (1,07%), houve um aumento de 1,26% nas roupas, impactando o índice em 0,04p.p.

Já no grupo de Saúde e cuidados pessoais (0,95%), os destaques foram os itens de higiene pessoal (1,53%), em especial os produtos para pele (5,86%), com impacto de 0,03p.p. no índice, e os planos de saúde (1,20%), com impacto de 0,04 p.p”, completa.

São destaques o aumento no preço de transportes (0,11%), puxado pela alta nos combustíveis (1,90%), em especial, o etanol (7,99%) e a gasolina (1,42%).


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