Sara Azevedo (PSOL), candidata ao Senado, assinou nesta quinta (18) a carta de compromisso com a construção de uma política feminista, antirracista e anti-LGBTfóbica proposta pela plataforma PartidA. A iniciativa visa ajudar na divulgação das candidaturas femininas no Brasil e garantir que essas mulheres defendam uma agenda pela defesa de grupos minorizados e que sigam uma ética de atuação em prol da solidariedade e união da população.

“Assinar uma carta de compromisso como essa da PartidA é importante porque destacamos a importância de estarmos unidas. Precisamos estimular a população a apoiar candidaturas que defendem os seus interessesa eleger mulheres, pessoas negras e LGBTs, pois é do interesse de todas as pessoas, a diversidade nos espaços de decisão para favorece a defesa das pautas populares”,disse Sara.

A #partidA é uma movimentação feminista antirracista que se organiza como uma rede mobilizadora de mulheres brasileiras, cujo maior objetivo é promover a eleição de mais mulheres do campo progressista da esquerda aos postos institucionais do poder, especialmente no Legislativo e Executivo, através de uma ético-política feminista anticapitalista, antirracista em defesa da diversidade, da singularidade e da justiça e responsabilidade econômica, ambiental e política para o Brasil.

“A #partidA fomenta a disseminação estratégica que leve a uma verdadeira mudança de paradigmas na lógica do poder constituído no Brasil, rumo àconstrução coletiva de uma radical democracia feminista antirracista e anticapacitista.

Para alcançar esses objetivos, a #partidA se estrutura numa forma de construção coletiva de um poder compartilhado, compreensivo e solidário. Trata-se de um poder que se torna potência política em busca de confluência, auto-organização e auto-governo, partindo dasmulheres, mas caminhando na direção das populações desconsideradas e negligenciadasnos cenários políticos tradicionais.

Para modificar, de forma profunda e radical, a atual situação da política institucional parlamentar brasileira é fundamental intervir nesse poder constituído, capitalista, patriarcal, misógino, apoiando candidaturAs de mulheres que estejam comprometidas com essas lutas e, afinal, com todos os direitos das mulheres brasileiras”, completou.


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