O Ministério da Saúde destinou R$ 15 milhões para a campanha de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. “A forma eficiente é combater o criadouro do mosquito: água represada, água em pneu, em vasos. Então é necessário que a sociedade se empenhe nessa ação. Porque nós não vamos entrar na casa das pessoas, como fazia o Oswaldo Cruz lá naquela época, para combater o mosquito. Temos que ter o apoio da sociedade”, disse.

A campanha, com o tema “Todo dia é dia de combater o mosquito”, busca conscientizar sobre a importância da prevenção diária da doença.

Entre janeiro e o início de outubro desse ano, 909 pessoas tiveram a morte por dengue confirmada no país. Além disso, foram registrados 1,3 milhão de casos da doença, número quase 185% maior do que no igual período de 202.

Em relação à chikungunya, o crescimento até outubro, também em comparação com os dez primeiros meses de 2021, foi de 86,9%. Em números absolutos foram notificados 168,9 mil casos. Já a Zika teve um aumento de 92,6% em 2022, mas não houve nenhum óbito pela doença.


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