Trabalhadores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet-MG) entram em greve, por tempo indeterminado, a partir de segunda-feira (6).

A decisão foi tomada em duas assembleias da categoria, realizadas na última quarta-feira (1º). Cerca de 300 trabalhadores e trabalhadoras estiveram presentes. A paralisação foi aprovada por ampla maioria.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Instituições Federais de Ensino (Sindifes), os profissionais exigem recomposição salarial emergencial de 19,99%, para reduzir as perdas inflacionárias dos últimos anos, que já chegam a 40%.

O Sindifes reivindica também o fim dos cortes na Educação. Segundo a entidade, o último corte de 14,5% deixou a UFMG com orçamento igual ao de 2008 – 14 anos de retrocesso, de acordo com o sindicato.

A base da UFMG realizou assembleia nesta manhã, na Escadaria da Reitoria, no Campus Pampulha. Após uma avaliação, a Categoria aprovou, com apenas três votos contrários e uma abstenção, a deflagração da greve.