“O Barreiro é uma das regionais com a maior população de BH e o povo sofre todos os dias com os ônibus lotados e que não passam nos pontos na hora certa. Tem esgoto correndo a céu aberto e falta policiamento nas ruas e no comércio. O povo daqui precisa de mais atenção e carinho”. As afirmações são do candidato a prefeito de Belo Horizonte e líder em todas as pesquisas de intenção de voto, Mauro Tramonte.

O candidato do Republicanos fez uma caminhada na manhã deste sábado (14/9) pela Vila Pinho, no Vale do Jatobá, acompanhado do ex-prefeito Alexandre Kalil.

Mauro Tramonte disse que BH voltará a ter prefeito a partir de janeiro. “Parece que a cidade não tem comando. Minhas propostas são firmes e concretas para enfrentar os problemas que atingem o povo. Vamos contratar 500 guardas municipais para reforçar o policiamento na capital. Vamos criar um agrupamento da Guarda exclusivo para o comércio. Os estabelecimentos comerciais do Barreiro e da cidade toda precisam de mais segurança”.

O candidato destacou a importância do apoio do ex-prefeito Alexandre Kalil. “O Kalil tem uma importância grande para o povo de BH e trabalhou muito pela região do Barreiro. O pessoal daqui respeita muito o trabalho dele. Temos muitas ideias para melhorar a vida do cidadão que mora e trabalha no Barreiro”, afirmou.

Kalil também lamentou o sofrimento do povo do Barreiro com o serviço público precário. “Tem dois anos que o Barreiro foi abandonado pelo poder público. Quando fui prefeito, consegui diversas melhorias para essa região e por isso sou tão bem recebido pela população daqui. Tramonte sabe qual é o caminho para melhorar as condições do povo de BH”, enfatizou.

A moradora da Vila Pinho Antônia de Lourdes Batista reclamou do acúmulo de lixo nas ruas. “Tem muito lixo acumulado na Rua das Árvores e queremos que o local seja transformado em área de lazer para as crianças. Hoje tem muita criança brincando no meio do lixão. Precisamos também aumentar o número de linhas de ônibus que passam por aqui. Os ônibus estão sempre lotados e a gente tem que andar até a Via do Minério para conseguir sair da região”, criticou.

 

Foto: Rodrigo Lima