A Secretaria de Estado de Saúde do RJ registrou seis casos suspeitos de hepatite aguda grave em crianças. No total, três delas moram no município do Rio, uma em Niterói, Região Metropolitana, e uma em Araruama, Região dos Lagos. No momento, a SES investiga a morte de um bebê de oito meses em Maricá.
Por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), o órgão emitiu um alerta aos 92 municípios do Rio sobre os registros da doença em crianças menores de 16 anos. A medida teve o objetivo de orientar as secretarias municipais sobre a notificação correta de casos para que sejam monitorados.
“Estamos acompanhando a evolução da doença no mundo e monitorando junto às vigilâncias municipais os registros de casos suspeitos no estado. O alerta é justamente para que esses pacientes possam ser acompanhados e monitorados de forma correta”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe, que ressaltou:
“É importante que os pais e responsáveis fiquem atentos aos sintomas das crianças. Se houver qualquer suspeita, elas devem ser imediatamente levadas a um serviço de saúde para que possam ser diagnosticadas e tratadas”.
Em abril, a Organização Mundial da saúde (OMS) emitiu um alerta mundial sobre os casos registrados no Reino Unido. No fim de abril, o Ministério da Saúde encaminhou aos estados um comunicado apontando o risco da hepatite aguda grave precedida por sintomas gastrointestinais.
A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ter diversas causas, sendo as mais comuns as infecções pelos vírus tipo A, B e C, além do consumo abusivo de álcool ou outras substâncias tóxicas como medicamentos e drogas.

