Auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) identificou fragilidades em relação ao alcance e à profundidade na análise de riscos das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e de seus investimentos. O levantamento também constatou que 90% das entidades não são supervisionadas pela Previc e que houve resistência do Banco Central em compartilhar informações com a superintendência, medida importante para a eficiência e a prevenção de irregularidades no setor.

O Tribunal apontou deficiências nos processos de trabalho e no gerenciamento de riscos internos, além de insuficiência de soluções de tecnologia da informação (TI) e quantidade insuficiente de funcionários na Previc.

Setor possui patrimônio de R$ 2,46 trilhões, correspondente a 27% do PIB do Brasil.

Os ministros do TCU determinaram à Previc que implemente Gestão de Riscos eficiente, sistemática, estruturada e oportuna. O Banco Central terá que fornecer a utilização de seus dados à superintendência.


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