Por Geraldo Elísio (Repórter)

Bolsonaro – basta conferir as publicações – diz que a especialidade dele é matar; confessou que nada decide, e sim é assim mesmo legando a outros – quem são eles? – a forma de administrar. Um dia corta os rendimentos de todos os que dele necessitam. No outro quer distribuir dinheiro a todos os necessitados, com mágicas extraídas do caldeirão fervente da bruxa Paulo Guedes.

Para mim isto não é administrar. É simplista. Beneficiar ainda mais os que sufocam o povo brasileiro. Vistos com atenção as medidas totalmente díspares beneficiam apenas um grupo por demais voraz e, ao dizermos isto fica claro estarmos nos referindo aos banqueiros e, eterna vigília de plantão.

Quedes, o que pensa apenas em juros, no fundo vê a oportunidade de beneficiar a ele próprio e a turma do seu plantão, sufocando cada vez mais os brasileiros arrochados com tanto desrespeito e maldade.

Somente aguardamos que o próprio povo mostre um cartão vermelho a ele nas próximas eleições expulsando-o de campo, sem possibilidades de intervenções das Forças Armadas, segundo o relatório da China, intervindo duas vezes no processo democrático nacional.

Quando o mesmo Bolsonaro é homenageado por serviços prestados aos indígenas é mais do que natural que este repórter fique atento a uma situação como esta. No sertão onde nasci, em Curvelo, Minas Gerais, existe um ditado popular muito comum e que define tudo: “Além de queda, coice.” Em se tratando de Bolsonaro é perfeitamente viável.