O vice-governador de Minas Gerais Paulo Brant (PSDB) disse em vídeo postado em seu perfil nas redes sociais que a escolha para o cargo de vice na chapa do governador e pré-candidato à reeleição Romeu Zema (Novo) é “uma luta encarniçada e até furiosa”. Ele ressaltou, no entanto, que ele próprio não entrou nessa ‘luta’.
Na postagem, Brant ressaltou que a escolha do vice-governador é uma questão do PSDB e do Novo ao enfatizar que coligações são benéficas.
“São importantes porque dão riqueza ao programa de governo”. Brant ainda enfatizou que o cargo de vice-governador é um de confiança, já que fica na intimidade do governo. Diante disso ele traçou sua atuação sendo discreta e leal.
Zema disse em junho em entrevista à rádio Super 91,7 FM que prefere alguém que não seja do seu partido, o Novo. Um nome convidado é o do jornalista Eduardo Costa (Cidadania).
Mas há um impasse: Costa é filiado ao Cidadania, que faz a federação com o PSDB, que, por sua vez, lançou Marcus Pestana como pré-candidato. Portanto, é preciso uma negociação entre as duas legendas. Pestana afirma a todo momento que seu partido tem candidatura própria.

