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Os índices de vacinação da segunda dose em crianças de 5 a 11 anos preocupam em Belo Horizonte, segundo a secretária municipal de Saúde, Cláudia Navarro. A afirmação foi feita durante coletiva de imprensa para anunciar o retorno da obrigatoriedade do uso de máscaras em lugares fechados da capital.

Atualmente, conforme a secretária, a cobertura de primeira dose está em 82,5%, enquanto a cobertura do complemento vacinal chega de 57,1%.

“Com relação à Covid-19, nós precisamos fazer um papel junto aos pais. Com certeza, não são as crianças que falam ‘eu não quero tomar a dose’. São os pais que não levam os filhos”, afirmou Navarro.

De acordo com ela, uma das causas relacionadas à baixa imunização seria o receio dos pais ou responsáveis sobre possíveis efeitos colaterais das vacinas. Contudo, a secretária assegurou que os imunizantes são seguros.

“É uma vacina nova, mas nenhum estudo demonstra complicação com a aplicação da segunda dose. A chance de a criança ter qualquer risco é muito menor do que os benefícios tanto para ela quanto para a população em geral”, informou Cláudia Navarro.

Máscaras em escolas

Locais fechados em escolas, como salas de aula, estão entre os lugares onde volta a ser obrigatório o uso de máscara em BH. Conforme a secretária, em espaços abertos caberá a cada instituição de ensino definir pela obrigatoriedade ou não do item.

O decreto que oficializa o retorno da exigência da proteção facial deve ser publicado no Diário Oficial do Município (DOM) nesta terça-feira (14).


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