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Em entrevista coletiva, a secretária de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto, disse que o reajuste de 10,6% se refere às perdas inflacionárias do ano passado. “Esse percentual é relativo ao índice de inflação, o IPCA, apurado no ano de 2021”, afirmou.

Proposta será encaminhada à ALMG em caráter de urgência e vai contemplar servidores ativos, inativos e pensionistas

Além da recomposição de 10%, o projeto propõe o reajuste da ajuda de custo recebida pelos funcionários civis. Quem recebe R$47 de auxílio alimentação, por exemplo, passará a ganhar R$75.

Outra medida anunciada pelo governador é que o reajuste divulgado seja retroativo desde janeiro para os profissionais da Educação. Zema disse que enviará, ainda neste ano, uma proposta de bonificação adicional pelo desempenho das escolas e alunos.

Para os agentes das forças de Segurança de Minas Gerais, o chefe do estado informou que enviará, nesta quinta-feira (24), um projeto de lei para que o abono fardamento, que hoje é pago apenas em abril, seja ampliado para três parcelas. Segundo o político, cada pagamento

Na última segunda-feira (21), quase 30 mil servidores da Segurança do estado protestaram pelas ruas de Belo Horizonte e anunciaram uma greve por revisão salarial. A paralisação teve início na terça (22) e reúne todas as forças de segurança do estado: polícias civil, militar, penal e Corpo de Bombeiros.

Os trabalhadores cobram duas atualizações de 12% que foram prometidas pelo governo para os anos de 2021 e 2022, mas que não ocorreram. A Aspra-MG (Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais) e o Sindpol (Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais) afirmaram que os agentes vão cumprir a escala mínima de 30% do efetivo em campo. Uma coletiva da instituição foi anunciada para a tarde desta quinta-feira (23) para comentar a proposta de 10% da administração estadual.

Ainda na terça-feira, primeiro dia da paralisação, Romeu Zema se reuniu com o secretariado e representantes das forças de Segurança para discutir o pedido de reajuste salarial. Na quarta (23), outros setores do funcionalismo público do estado, como o da Saúde e o do transporte, também protestaram pelo reajuste salarial e sinalizam greve.

Fonte: R7


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