A juíza Gabriela Hardt, da 9ª Vara Federal de Curitiba, levantou hoje o sigilo de documentos da operação que prendeu ontem nove membros do PCC (Primeiro Comando da Capital). O grupo é suspeito de planejar atentados contra autoridades.

Hardt retirou o sigilo de quatro documentos:

O pedido da PF para executar prisões e buscas e apreensões contra o grupo

As duas decisões da juíza, autorizando as prisões e as buscas

O termo da audiência de custódia com os presos, realizada na tarde desta quinta (23)

Segundo as investigações da PF, um dos alvos do PCC era o senador Sergio Moro (União-PR). Hoje o presidente Lula disse que a aparição do nome dele na operação seria uma “armação” do ex-ministro, pelo fato de as medidas terem sido autorizadas por Hardt.

Isso porque Hardt foi, à época da operação Lava Jato, a juíza substituta de Moro nos processos que corriam no Paraná. Foi Hardt, por exemplo, quem condenou Lula a 12 anos e 1 mês de prisão no processo referente ao sítio de Atibaia.


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