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O sábado (26) e o domingo (27) de Carnaval foram marcados por aglomerações em alguns pontos de Belo Horizonte. Mesmo com o cancelamento dos blocos, foliões se encontraram em locais tradicionais da festa. A prefeitura fiscaliza e monitora as regiões, mas afirma não poder impedir que o povo vá para a rua.

Durante o dia, o bairro Santa Tereza, na região Leste, foi o ponto de concentração da festa. No local, pessoas fantasiadas, muitas sem máscara de proteção contra o coronavírus, se reuniram desde o início da tarde. Ao som de marchinhas tocadas com instrumentos musicais, percorreram e fecharam temporariamente ruas do bairro.

Por volta das 13h de sábado, um pequeno grupo se concentrava na Praça Duque de Caxias. Pouco tempo depois, seguiu rumo às ruas Tenente Vitorino, Quimberlita e Salinas. O trânsito nestas vias estava liberado, já que, segundo a Polícia Militar (PM), não houve solicitação para fechamento.

À noite, o movimento migrou para a rua Sapucaí, no bairro Floresta. Por volta das 20h30, o movimento na via era intenso, mas ainda havia espaço para carros transitarem e pontos sem aglomeração.

A reportagem ouviu vendedores ambulantes e policiais militares que estavam na Sapucaí e na Praça da Estação na noite de sexta-feira (25), quando os locais registraram grande aglomeração. O mesmo era esperado durante todo o domingo.

Na Sapucaí, fiscais da prefeitura trabalhavam orientando ambulantes sobre a ocupação da rua. De acordo com um deles, existe uma orientação específica para que carrinhos de alimentos e bebidas ocupem apenas as vias perpendiculares para não interferir no trânsito.

Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), 96 equipes de fiscalização integrada foram mobilizadas para o Carnaval. Elas são compostas por fiscais de posturas, guardas civis e agentes de fiscalização sanitária, que atuam em apoio às demandas do Centro Integrado de Operações no atendimento de denúncias e na verificação de áreas de comércio e no uso de espaços públicos.

A PBH reitera que as atividades de policiamento são de responsabilidade dos militares e que não pode retirar as pessoas das ruas. Na última sexta-feira (25), o prefeito Alexandre Kalil (PSD) afirmou que não existe um esquema de segurança especial para o Carnaval.

A Polícia Militar informou que, em virtude da pandemia, atuará com reforço de efetivo nas questões envolvendo segurança pública e em apoio aos demais órgãos, “caso haja solicitação”.

Fonte: PBH


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