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Muitos daqueles que enfrentam os militares são jovens que arriscam suas vidas desde que a junta militar tomou o poder há um ano.

A intensidade e extensão da violência — e a coordenação dos ataques da oposição — indicam uma mudança no conflito: de uma revolta para uma guerra civil.

A violência está agora espalhada por todo o país, de acordo com dados do grupo de monitoramento de conflitos Acled (sigla em inglês para “Projeto de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos”).
Informações coletadas em campo também indicam que os combates se tornaram cada vez mais coordenados e alcançaram centros urbanos que não apresentavam resistência armada aos militares antes.
Embora o número preciso de mortos seja difícil de verificar, a Acled — que baseia seus dados na imprensa local e em outros relatórios — coletou números que sugerem que cerca de 12 mil pessoas foram mortas por violência política desde que os militares tomaram o poder em 1º de fevereiro de 2021.

Os confrontos se tornaram cada vez mais mortais, mês a mês, desde agosto.
Logo após o golpe, a maioria das mortes de civis ocorreu quando as forças de segurança reprimiram manifestações em todo o país.

Agora, no entanto, o número crescente de mortos é resultado do combate — já que os civis pegaram em armas —, conforme mostram os dados da Acled.

Fonte: BBC News Brasil


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