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A Federação entre o PSOL e a Rede lançou a candidatura da professora universitária Lorene Figueiredo (PSOL) ao governo de Minas. O colegiado, que inclui membros das duas legendas, se reuniu, na tarde do último domingo (31), de forma online, para definir a chapa majoritária e as chapas proporcionais no Estado.

A candidata a vice-governadora Ana Paula Azevedo e a candidata ao Senado Sara Azevedo também foram aprovadas. Além disso, a federação aprovou chapas proporcionais completas, 78 candidatos a deputado federal e 56 a deputado estadual.

Os dois partidos já haviam feito, individualmente, suas convenções. O PSOL se reuniu no sábado (30), onde confirmaram os nomes das candidatas para a chapa majoritária, e na manhã do domingo, a Rede oficializou suas posições em 2022.

A Rede definiu pelo apoio informal a Alexandre Kalil (PSD) e apoio à candidatura de Sara Azevedo ao Senado. O partido também deixou na ata a possibilidade de apoiar a candidatura de Alexandre Silveira (PSD) por estar na chapa do ex-presidente Lula.

Quem é Lorene Figueiredo

Lorene é presidente municipal do PSOL em Juiz de Fora, na Zona da Mata. Formada em história, possui especialização nas áreas de Educação e Políticas Públicas. Trabalha como professora desde 1985 e, atualmente, leciona na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Em 2020, foi candidata a prefeita de Juiz de Fora.

A candidata do PSOL destaca questões indispensáveis que são eixos do programa de Governo do PSOL “para transformar Minas Gerais e pelo direito ao futuro”.

“Não é tempo de silêncio. Nossa principal tarefa é derrotar Bolsonaro nas ruas e nas urnas. A candidatura Lula representa o polo democrático nessa disputa histórica. Assim como na luta pela redemocratização do país nos anos de 1980, quando comecei minha vida como professora e sujeito político consciente, me junto àqueles e àquelas que dizem basta ao autoritarismo”, ressalta Lorene.

Segundo ela, superar o bolsonarismo também passa pela tarefa de derrotar Romeu Zema. “O governador Romeu Zema, em aliança com Bolsonaro, vem desenvolvendo uma política da morte e da fome”, afirmou, acrescentando que “são 3 milhões de mineiros e mineiras vivendo em extrema pobreza, o que corresponde a 13,9% da população”.

Frente a esse quadro, a candidata do PSOL tem considerado que a política do Partido Novo para a gestão do Estado faliu.

“O fetiche das privatizações é um modelo esgotado. A pandemia foi a prova definitiva de que, quando a gente mais precisa, ou o poder público atua, ou o que fica para a maioria do povo é o sofrimento. O “mercado” não tem nada a oferecer a não ser a exploração e a negação de direitos”, disse Lorene.

“Então, sou candidata contra Zema, afinal, como empresário e apoiador de Bolsonaro, ele não tem nada a oferecer para os mineiros e mineiras a não ser cortes, ajustes, empobrecimento, liquidação de nossas empresas e favorecimento dos grandes proprietários, como os donos das mineradoras. Mais do mesmo. Governo para os sócios. Para nós, é preciso inverter as prioridades do governo estadual. Precisamos combater essa mentalidade de empresário que vê direito social como gasto ou caridade’, concluiu a candidata do PSOL.

 


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